quinta-feira, março 22, 2007

Belgas - só à bolachada

Estou desiludida!
Tendo um carinho especial pelas belgas, aquelas bolachinhas muito interessantes embaladas em grupinhos, só poderia ficar aturdida ao saber que os belgas (conhecidos como nascidos na Bélgica) mandaram umas valentes bolachadas nos nossos jornalistas.

Como medida de represália proponho que no próximo sábado, no percurso entre o hotel e o estádio, brindemos a selecção belga com a nossa melhor hospitalidade.
Poderemos socorrer-nos das referidas bolachinhas, que colocaríamos numa fisga, fazendo mira às cabeças dos jogadores. Tentar ter pontaria particularmente afinada para o guarda-redes. Sempre quero ver quantas belgas de chocolate por segundo ele consegue defender.
Aproveitando para mostrar que também gostamos deles, oferecer o que de melhor tem o nosso país: a cortiça (o pau do sobreiro bem afiado é capaz de fazer maravilhas a quem sofre de obstipação crónica como parece que aconteceu aos jogadores belgas; a trampa já lhes chegou à parte inicial do sistema digestivo - a boca); o vinho (as garrafas do vinho Mateus Rosé, tão conhecido além fronteiras, podem servir para dar excelentes palmadas nos glúteos tão bem desenvolvidos dos atletas da Bélgica) e o fado (como último instrumento de tortura poderemos obrigar os jogadores que tratam com tanto carinho a selecção portuguesa a ouvir o saudoso Zé Cabra durante 2 dias seguidos).

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